A Girl é Dele

Por Teresa Font*

Hoje, para algo completamente diferente, venho aqui contar-vos de coração aberto a minha relação <3 secreta-e-quase-quase- amorosa  <3 com um homem mundialmente famoso.

Injusta e birrenta como uma criança mimada, afastei-o  de mim durante anos e afirmei alto e a bom som não ter nada que me interessasse.

Apesar de interessar muito às mulheres. E de interessar muitas mulheres.

Agora,

 1.   Agora chegou a altura de lhe pagar um pouco do muito que me deu. De dizer para todos ouvirem, nesta  hora de fazer  honestamente  as nossas contas ,  que gosto muito dele.

  2. Agora, passados  tantos anos sobre o nosso primeiro e desastroso encontro,  vejo que foram  também  passadas e fintadas  com sucesso as armadilhas do caminho a dois, as negras armadilhas da usura, da rotina, da impaciência, do desamor, que estão bem disfarçadas ao longo do trajecto  à espera de nos apanhar.  E cuja dentada de ferro não é menos dolorosa lá por esse caminho ter sido percorrido, quase toda a vida,  em estradas diferentes.

 3.  Agora,  que o passado está  à  distância ideal para ser visto com olhar certeiro, verifico  terem  sido sempre exaltantes, divertidos, mesmo gloriosos todos os momentos em ‡que as nossas  estradas se encontraram e seguiram juntas, para se separarem  algum tempo depois num “Até à próxima, tem cuidado contigo” saudoso q.b., amoroso q.b. , aliviado outro tanto,  sentimentos que se fundiam numa névoa vagamente melancólica, já dispersa em farrapos quando o ruido do carro estupendaço  a afastar-se deixava de se ouvir.

E sempre que, depois de nos entendermos, – eu! por fim adulta e suportável! – a saudade levezinha me tocava, era sinal de alegre  antecipação, nunca de sofrimento. Era  sinal de “ele vem aí, o patife e aconteça o que acontecer, vai ser animado”.

Há dias, senti a saudade levezinha. O  arrepio de excitação. Olhei à volta em busca de sinais para decifrar e dei de caras com um desconhecido. Teria que ser, mais tarde ou mais cedo. Ambos sabíamos. Nada de lamentos.

Mas! Atenção!

Se o deixei entrar sorrateiramente na minha vida, não é sorrateiramente que quero que saia.

 Ah não!

Vou fazer-lhe uma festa enorme, como ele gosta! 

Com mulheres bonitas e bem vestidas para seduzir, 

                         um vilão para lutar e para vencer,

 

…  e um barman filósofo para conversar nos intervalos.

 

No fim da festa, já madrugada tardia, procuramo-nos  com os olhos e, sem necessidade de palavras, saímos para a larga varanda do Palace.  Ele protege as minhas costas nuas com  o casaco do dinner jacket  e por uns  minutos ficamos de mãos dadas, a ver o Sol nascer.

Há sempre uma larga varanda do Palace  e uma  baía nesta altura, esses pormenores não me preocupam..

 

Depois, provavelmente, desaparece sem que eu dê por isso e sem deixar mais dele que o  tecido negro e sedoso  sobre os meus ombros, do que o vago cheiro  de ‘Grey Flannel’ misturado com o Romeu y Julieta. . Dizer adeus sempre lhe foi difícil mesmo a fingir, quanto mais assim. Mas isso é depois.

 Antes, vou fazer-lhe um discurso. Que curioso acabar por ser aqui, nesta tribuna. E o que ele vai gostar, quando souber que começamos o fim no Biscate Social Clube.

VENHO FALAR-VOS DE BOND. JAMES BOND.

(Sim, esse mesmo. The notorious MI 6 Double-0-Seven agent, with License to Kill)

Teria quinze anos quando, numa noite de férias, assisti ao meu primeiro Bond.  A projecção era má, o som transformava  o arranque dos carros em rugidos insuportáveis e, para dizer a verdade, talvez esteja a inventar estas recordações, porque a única coisa de que me lembro bem  era da mão que segurava a minha. E do dono da mão que segurava a minha.

Ficou-me uma vaga ideia de hotéis luxuosos,  casinos, mónacos, vamps, carros rápidos guiados à beira de ravinas e patetices.

Esta curta experiência afastou-o de mim durante anos. Na época eu era uma snob, armada em intelectual, li os  “ Buddenbrook nas férias porque era  levezinho, achava “The razor’s edge” do Maugham má literatura ligth – ainda acho… – e cinema era Visconti, De Sica, Fellini, Rossellini, Renoir, Bergman, Wilder, Lean , Huston , Kazan , embora aqueles rapazes Coppola, Scorsese,  Cimino, Allen e etcs  prometessem.

“bando do 007”, constituído por aspirantes a playboys, pelos  analfabetos que então acolhiam os dois neurónios que conversam actualmente na cabeça das louras e por dez sumidades tão mas tão sofisticadas  que até podiam ver o Joselito, quanto mais o Bond, não me interessava mais do que ele.

Não é que me  limitasse  a não ver filmes ‘do 007’. Eu  desprezava quem via filmes ‘do 007’.

Parte da minha vida de adulta coincidiu com uma crise dele  (sempre negou que tivesse sido de meia-idade, o querido…).

 A personalidade andou-lhe por mãos erradas, entregue a troca, baldrocas e desacertos.

 E o  tempo corria.

Quando tornei a passar pela bilheteira de um cinema com o  Bond, James Bond na mira, foi  em resposta a um insistente  pedido. Levava comigo muita resignação e um entusiasmado filho de dez anos.

Não digo que me tenha apaixonado de caixão à cova. Não. Mas fiquei naquele estado em que passamos a vida a olhar para o telemóvel.

O actor que deu vida ao meu Bond é Pierce Brosnan. Tornado entretanto um ícone, o agente Double-0-Seven, with   licence to kill, começou a ser discutido às claras e os seus filmes vistos, revistos e analisados. Os especialistas e os puristas juram por Sean Connery. Percebo e reconheço o mérito. Mas uma coisa é razão e outra é coração.

 Brosnan manteve a personagem no limite do ridículo, sem nunca a deixar passar a linha. Dava três piruetas, escorregava por uma  encosta gelada  na Russia , with love, e aterrava  na borda de um porta –aviões. A primeira coisa que víamos a seguir era o par de Church’s’ impecavelmente  engraxados. A câmara subia pelo fato custom-made, Jermyn Street  a tempo de o mostrar, sem uma madeixa desalinhada, a dar uma olhadela ao Omega  Seemaster. Exactamente quando o barco salvador aparecia em campo.

 Todo o tempo o Bond de Pierce  piscava o olho ao espectador, sem nunca atraiçoar a sua gente.

Os filmes, adaptados dos famosos romances de Ian Fleming, não só são muito bem escritos, como estão suportados por uma pesquisa histórica, politica, económica e social de alta qualidade. Terminada a a guerra- fria, caído muro de Berlim, aberta a  “cortina –de-ferro” para lá da qual tudo se imaginava e, por fim,  desmembrado  o bloco soviético, o conflito das  histórias, até então centrado na luta entre os dois blocos, URSS e USA e nos seus aliados, deslocou-se para temas diferentes,. Há quem tenha falhado o desafio, mas no caso os temas tornaram-se mais interessantes e universais. Nos quatro filmes a que assisti,  o  terrorismo, o petróleo e todas as manobras associadas à sua posse e/ou controlo, a existência e possível utilização de armas de destruição maciça em ditaduras com governos voláteis,– fala-se da bomba atómica e da tecnologia de cisão do átomo. para ser clara -  e o poder emergente da world wide web e dos seus detentores inspiraram os plots.  O curioso é que o fazem bastante antes  destes assuntos serem acessíveis à maior parte da população.

Devo confessar que há em James  um aspecto que me surpreendeu muito. É particularmente interessante referi-lo neste local.

Ao contrário da opinião corrente, James Bond não é um mulherengo nem um D. Juan.

É  um homem que gosta de mulheres. Que gosta muito de mulheres.  Não é um abusador, não é  um agressor. Não é violento no contexto de uma relação  amorosa.

É um sedutor, mas a sua conduta  nunca é cruel, nunca humilha ou diminui as mulheres. Nunca as rotula. Bond não é o tenente Franz Mahler , de Senso, falso herói, falso apaixonado, fraco e cruel por oportunidade, que tortura a Contessa Serpieri  quase até à loucura. Seja por vingança imatura, seja por maldade , a atutude releva sempre da falta de caracter. Nem é   le lieutenant  Armand de la Verne , de  Les Grands Manoeuvres, com as suas apostas, o seu desprezo pour les femmes, as piadas de caserna e  as descrições  pormenorizadas, para divertimento dos amigos, das  suas conquistas amorosas.

Incapaz de qualquer destas atitudes, não me parece que Bond proceda como procede por respeito, devoção, reverencia. Ou educação. Mesmo que as possua. A verdade é que,  sem fazer alarde do facto, the M.I.6’s  Double –O-Seven considera as mulheres como suas iguais.

James seduz, elogia e, mesmo nos casos, como Monneypenny, em que ambos sabem   colaborar num jogo que nunca vais passar disso mesmo,  James nunca desiste. Mas sempre que o  vilão do filme revela ser uma vilã, tem direito ao mesmo número de frases cínicas, murros e balas que os seus companheiros. Por outro lado, quando é uma aliada, James confia nela e se for uma especialista na matéria em questão, entrega-lhe as decisões. A própria competição que por vezes surge nessas s situações, podia aparecer igualmente numa relação masculina.

No trabalho, as pessoas que lhe estão mais próximas são M, a sua chefe e Miss Moneypenny, a secretária.  É tratado pelas duas com um afecto levemente exasperado. E mantém com Moneypenny  o já referido  jogo permanente de pretensa sedução/hostilidade. Às quais ela responde, sendo a única personagem cujas réplicas, por vezes, suplantam as dele.

Por M sente amizade e consideração. Mas é mais do que isso.  Sendo um outsider, ele é o herdeiro  no romance e na  ficção quer do lonesome cow-boy quer do private-eye,.

James  Bond antagoniza ‘os maus’ , contra quem trabalha , mas também  desconfia  dos ‘bons, ao a serviço de quem   é suposto trabalhar. O seu caracter faz com que desafie permanentemente o status quo.

Esta atitude tem-lhe criado não poucos problemas. Mas M, a fabulosa Judy Dench, é tão capaz de lhe dar ordens e de  o aconselhar, como de fazer com que acate as primeiras e  e aceite os segundos.

Quase sempre…

A razão do seu  ascendente sobre o insubmisso Bond, não é  M  ser mulher, como não o seria se fosse homem. Ou  ser  o superior hierárquico de James.  A razão é ser M praticamente a única pessoa, no seio do sistema fechado e algo paranóico para o qual trabalha,  que James Bond  genuinamente respeita, além de a estimar profundamente.  Estima e respeito esses, de resto, recíprocos.

Os cenários de luxo, as histórias bem contadas, o ritmo acelerado, contribuem para que o filme prenda o espectador. Mas  e falo por mim, o melhor de tudo  são os brilhantes diálogos.

Os habituais “ the name is Bond, James Bond”, o Martini, Kina Lillet não esquecer,  “shaken, not stirred” que aguardamos e nos tranquilizam, são só imagens de marca.

 Ver uma “fita do 007” é assistir a uma espécie de Óscar Wilde meets Winston Churchill com ritmo dos Marx  Brothers.  É  ver passar uma saraivada de replicas aguçadas, limpas de excesso e  cheias de sentido de humor. Seja qual for a situação, mesmo com um pé nas costas e uma arma encostada à cabeça, Bond não se fica. E o que  eu gosto disso nele!

Em “The World is Not Enough”,  impõe a sua companhia à principal personagem feminina, a bela e milionária  Elektra King, quando esta pretende visitar a gruta do Azerbaijão que foi durante séculos o templo sagrado da família da mãe, descendente dos primeiros Azeri. Por coincidência, a gruta está encostada ao longo  pipeline que é a mais importante  estrada de petróleo do mundo, a ligação preciosa entre  o Oriente e o Ocidente, guardada por  exércitos ao longo de todo o comprimento. E da qual Elektra é  agora a única proprietária. Só então os espectadores percebem  que  aquela  jovem mulher com sotaque de Belgravia, an english rose,  mas europeia da ponta dos Louboutins à Aquascutum displicentemente pousada nos ombros, é na verdade uma mestiça, uma privilegiada a quem Oriente, Ocidente, pais amantes  e incríveis somas de dinheiro deram tudo o que de melhor existe sobre a Terra.

Farta da discussão, Elektra acaba por ceder,  mas observa, irónica: – I hope you know how to ski, then.

Ao que James responde: -  I came prepared for a cold reception.

Tau!

A recepção será fria , mas ele é tãocool quanto se pode ser. Mais cool não é possível. Mais cool e morre-se.

 

 Há simultaneamente à-vontade e cautela nos movimentos felinos de James. Ele não olha à volta para ver a vista, mas para entender o que o rodeia. Bond, James Bond é um gato e não escrevi uma metáfora. Um gato a quem não cortaram nada. Gosta de lutar, gosta de ganhar, volta para casa feliz mas em mau estado, ainda a sangrar da ultima escaramuça, aproveita o período de convalescença e mimo, como aproveita o sol, o luxo e o conforto. Mas não se apropria de nada, bens ou pessoas. E não deixa que se apropriem dele. Está de passagem. Nunca foi completamente domesticado, porque não é completamente domesticável. Dorme com um olho aberto e outro fechado, é ágil, é esperto, reage  depressa, tem muitas vidas.

E vive intensamente todas elas.

Last but not least, que o elogio vai longo, refiro outro traço da personagem, talvez o mais importante. O humor corrosivo, o gosto pelas coisas boas da vida, a aparente facilidade com que leva a cabo tarefas dificílimas, os misteriosos desaparecimentos * durante os quais  e contra a norma do bureau, fica incomunicável, a já referida indisciplina e uma auto-ironia desconcertante -  Brosnan ,mais do que qualquer dos seus antecessores, compõe um  James que está sempre a brincar com a sua persona  Bond, que não se leva demasiado a sério – tudo  contribui para criar uma aura de cinismo, de dettachement relativamente  ao seu trabalho e convicções. James sofre da  “maldição do dilettante”.

“James? James não se compromete a sério com nada, nem com uma mulher, nem com uma causa. “

Certo?

Errado. James não se compromete com uma mulher porque o trabalho que tem – e que leva muito a sério – não lho permite. Já tentou e os resultados foram trágicos. Sobretudo  para as mulheres.

Em “Tomorrow Never Dies”,  reencontra  Paris Carver, uma antiga namorada, a qual  percebemos ter sido bem mais do que um caso passageiro. Paris casou entretanto com Elliot Carver , o poderoso mogul da world wide web. Esse é o motivo que leva James a  julgá-la  protegida. Cede à vontade de ambos e passa a noite com  Paris.

 

 E por causa da sua fraqueza, Paris é assassinada. James é perigoso para quem está com ele e sabe-o. Não pode haver excepções. Assim, organiza as prioridades em torno do que faz. E tem certezas. Algumas. Tendo escolhido um lado, cumpre a tarefa ou está disposto a morrer na tentativa.  Mas sozinho. Não quer tornar-se vulnerável, nem quer causar danos às outras. Aos outros, digo. É algo que James, simplesmente,  não faz.

À cabeça dessa lista de  “coisas que James NÃO faz” , vem a traição.  James não trai e ponto final. O fim das ideologias não perturbou a sua ordem de valores. Há bem. E há mal. O seu papel é impedir que o mal seja feito. Não tem medo, não tem dependências que o impeçam de agir e não se vende.

Num mundo cada vez mais corrupto, o agente Double-0-Seven é incorruptível.

Prestes a ser assassinado por Electra King,  falsa vitima e verdadeira vilã  – e abro parêntesis para dizer que o nome da personagem, com as suas referências  escritas a mão pesada, toma um significado muito mais irónico e ‘culto’ quando percebemos que era o Pai quem ela odiava,  que a sua metade visível, ocidental , é  usada como máscara  e que é o seu lado Azeri , o sangue da Mãe, descendente dos primeiros persas, cujas raízes familiares se perdem na noite dos tempos, fincadas no Azerbaijão, na areia e no petróleo, é o  lado  que vai ganhar. Ou obter o poder, porque Elektra não tem outro interesse  que não o poder cada vez maior que ficará nas suas mãos.

Elektra, the king’s daugther ,  ordenou a morte do pai para vingar a mãe, subvertendo quer a génese da literatura clássica, quer a psicanálise d’aprés mitos, ambas matrizes  e marcos do Ocidente. Porque  ela está dividida em duas e uma das metades mora no outro lado do espelho, que nos devolve a imagem invertida.

Parece complicado? Não é.

Os “filmes do 007” têm a  característica que Vargas Llosa aponta e elogia ao romance  “A Grande Arte” ,de Rubem Fonseca e que é extensível a todos os ‘mandrakes’ do mesmo autor. Escreve  Llosa:

“…sucesso bem merecido, pois o seu romance, uma divertida história policial…todos os ingredientes do género e acessível ao leitor mais elementar, é também um livro elegante e subtil. O seu pequeno mundo de assassinos, prostitutas…constitui  um irónico caleidoscópio de alusões e paráfrases históricas, mitológicas e literárias que dignificam a matéria narrada, tornando-a uma proposta cultural e uma disfarçada zombaria do próprio género. Essas duas leituras possíveis do romance não se excluem . O leitor mais avisado pode ir detectando…sem que tal atenue ou anule o interesse pelas peripécias do romance.”

 (Llosa, M.V., posfácio  a “A Grande Arte”, Fonseca, R. ; p. 339, Ed. Sextante, 2012) .

O texto de Vargas Llosa pode ser aplicado, quase ipsis verbis, a estes filmes.

 Prestes a morrer, amarrado a um aparelho de tortura primitivo, Bond   assiste à encenação quase escabrosa que Elektra lhe preparou e ouve as suas insinuações, pejadas de troça despeitada e de conotações sexuais.  É necessário, para o êxito dos seus planos,  que James morra, mas esta morte  é também uma vingança. Porque ele recusou,  ele atreveu-se a recusar,  a linda princesa e ela, como todos os psicopatas, não pode ser contrariada. Mas nesse aspecto James só faz o que quer . E nem nesse ‘aspecto’ nem nos outros  é passível de suborno.

Elektra, imediatamente antes de desencadear o processo que levará Bond à morte, deseperada com a aparente indiferença e dele, incapaz de o ferir mesmo que o mate,  remata, a conversa, com desprezo:

I could have given you the world. “

Amarrado, indefeso, sem escapatória à vista, Bond  responde-lhe:

- “The world is not enough.”

Vou parar por aqui ou acabo por chorar. E ainda tenho que tratar do Beluga e verificar se a encomenda de  Kina Lillet chegou a tempo.

(E sim ele escapou. I mean…meninas mimadas com aliados super-terroristas  à prova de dor  e todo o dinheiro do mundo?  Brincamos?  Servem para pequeno-almoço e já é muito…)

 É verdade, não se esqueçam!   Estão todos convidados para hoje, pois claro!

 

 

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Uma ideia sobre “A Girl é Dele

  1. Teresa, amei o texto. E não me envergonho de confessar que qq dia capaz de cair em tentação, só por esse trailer tão delicioso a me abrir os apetites. :) beijos.

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