Descobrimentos

Não há dia certos para se descobrir nada. Mas como hoje é uma data simbólica, vale a pena falar sobre os descobrimentos…

Descobrir é uma surpresa (oh, descobri o Brasil!). Para o bem, para o mal, que não fede, nem cheira, ou que cheira um pouquinho e as vezes fede, ou que é boazinha, mas ruim também. Descobrir é um dos objetivos da vida. Algum poeta algum dia ainda dirá que infelizes aqueles que nunca descobriram. E outro contista, talvez, acrescentará: infelizes daqueles que descobriram e sequer perceberam…

Não se trata de ser fácil, difícil ou de ter um tutorial de como se fazer, pensar, ou perceber descobrimentos. Basta apenas prestar atenção, basta apenas estar aberto a sentir o novo, sem compromisso… (Hey, péra! Isso não é um tutorial?).

Voltando aos descobrimentos. Adoro descobrir sinais, sorrisos, olhares. Gosto de descobrir, num sentido um pouco mais profundo, a satisfação! Sim, porque descobrir não é só o perceber ou encontrar algo que ocorre, descobrir pode ser desnudar, o trazer à tona aquilo que não sabíamos em nós ou o que as pessoas não sabiam em si. Descobrir é revelar! Também…

Bisca descobridora - Chagall

Bisca descobridora – Chagall

O tão bom de se descobrir na gargalhada. O riso, desculpem-me os tristes, mas o riso nos revela, como um todo. Choro com qualquer um que o mereça, por tristeza, felicidade ou rotina, mas é de rir constantemente que quero morrer. É na revelação e cada gargalhada, contida ou indiscreta, pudica ou biscateira que quero encontrar tudo o que é, pelo simples fato de querer ser…

Porque descobrir é isso, é desnudar o que é… é deixar ser, simples e apenas pelo fato de ser. DESCUBRA!

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