#FikaDika

Eu não curto muito respostas prontas. Generalizações, mesmo as bem intencionadas. Roteiros fixos. Vocês entenderam. Coisas como “10 maneiras de enlouquecer seu homem” ou “Como ser boa de cama”, então, passo longe. Mas, né. Justamente por evitar o extremo, hoje deixo uma mapinha.  Claro que o improviso e a iniciativa são importantes pra quem quer fazer trilha no corpo e fazer andar o desejo. Mas não custa dar uma mãozinha e oferecer sugestão para os incautos e incautas, pessoas curiosas, galera que deseja uma variada, etc. Vai que.

  1. Comece aqui:

2. Segure pela nuca. Firme. Mordisque o pescoço, desça até o ombro e suba novamente em direção à orelha. Divirta-se aí. Não seja pessoa avara nos carinhos e alcance a orelha oposta. No caminho pode mordiscar meu nariz ou esfregar o seu nariz na minha testa. Suspire alto, gema, faça sons. Desça até o ombro que ainda não tinha sido visitado. Uma das mãos pode manter-se no pescoço, a outra desce até a bunda. Agarre. Apalpe. Afague. Aperte. Faça meu corpo inclinar e beije com vagar onde a veia pulsa. Lambidinhas são bem vindas. As mãos podem, agora, dedicar-se às laterais do corpo. Desvendar curvas, reentrâncias, saliências. Lembre-se que é um corpo de mulher, não de menina. Agora, pode beijar a boca. Beije até que falte o ar e meus pés saiam do chão. Ou que eu sinta como se.

3. Passemos a um outro nível: molhe meus lábios, morda-os de leve e, a seguir, com força. Marque minha pele com seus dedos. Esfregue a língua nos meus dentes, prenda a minha língua entre os seus dentes, invada minha boca, explore-a, domine-a. Sua perna ainda não está entre as minhas? Grande equívoco, leve-a pra lá agora mesmo. Encoste-me em algum lugar: parede, carro, mureta, não importa. Roce. Pra cima, pra baixo, pra cima de novo. Está excitado? Ótimo. Eu estou sem ar, lembra? Beije os olhos, a testa, o rosto. E me vire de costas pra você. Uma mão na cintura, descobrindo meu umbigo; outra mão nos seios.

4. Faça o circuito costas. Ignore tecidos, afaste-os com dentes, sei lá. Ssaboreie a pele. Belisque o mamilo. Mordisque os ombros. Deslize a outra mão até encaixá-la em algum lugar morno. Eu vou arfar. Demore-se, não há motivo pra pressa (a não ser, claro, que estejamos no meio de uma rua movimentada). Sussurre ao ouvido. É aqui que perco o rumo, o prumo e o norte.

5. Permita-se. Permita-me.

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