Antibiscatista

Esse texto é biscasolidário a Karina Veiga e um recado às reações à situação.

Nada mais que um bosta, era seu prazer em ser. Regular a vida alheia, a opinião alheia, o gozo alheio. O que mais? Bem feitor. Adorava arrotar seus méritos em conseguir benesses para qualquer coisa, mesmo que ninguém precisasse delas. O importante era mostrar-se capaz de fazê-lo.

Abominava, verbo preferido em qualquer conjugação, tudo e todos. E quanto mais ojeriza lhe brotavam à boca, mais dedos se apontavam ao léu. Amor? Não era… não tinha… não podia… Se impedia.

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Apontava, recriminava, controlava, por puro desprazer, tudo o que se pudesse fazer sem se satisfazer e impunha suas premissas às hordas de submissão. Tinha o benefício da autoridade e se acreditava no dever de fazê-lo pelo bem da manutenção daquilo que era antes do passado.

Racista, machista, chauvinista, homofóbico, egocêntrico, pau pequeno, ou grande… mas não sabia usar, certeza! Ou, ainda, as vontades lhe coçavam em lugares, para si, impróprios… Paçoca, jamais!

RECALQUE… sua sina. Os outros o incomodavam, não entendia a diferença, o diferente. Não aceitava (-se)… tinha ojeriza. Viveu ~{[(“feliz”)]}~, por muito tempo, mais que a necessidade e convalescendo com a esperança. Seu nome? Ethero Normativo des Alteritário.

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