Faça você também

Foto: Antonio Miotto

Foto: Antonio Miotto

Entradas

PAPAYA VERDE E PIMENTÕES

– torradinhas
– 1/2 unidade(s) de mamão papaya verde sem semente(s)
– 1 unidade(s) de pimentão vermelho em tiras
– quanto baste de alcaparra em conserva
– 1/2 xícara(s) (chá) de azeite extra-virgem
– quanto baste de sal
– quanto baste de pimenta-do-reino branca
Rale o papaya verde no sentido do comprimento, a fim de obter tiras finas e longas.
Corte o pimentão da mesma maneira.
Misture os dois, regando com o azeite. Tempere com o sal e a pimenta.
Coloque um pouquinho dessa mistura sobre cada torradinha e decore com uma alcaparra sobre cada uma delas.

DICA: Mantenha a mistura de papaya com pimentão gelada, montando os canapés somente no momento exato de servir. Assim, ficam mais refrescantes.

COISA DE ABACATE ( ou quase um guacamole)

– 2 abacates pequenos ou a metade de um abacate grande maduro picado em pedaços cúbicos médios; – Coentro picadinho; – Cebolinha picadinha; – 1/2 limão para temperar a gosto ; Azeite
– 1/4 de cebola picadinha; – Pimenta-do-reino e sal a gosto

misture todos os ingredientes com uma colher sem amassar demais o abacate. Coloque na geladeira e sirva bem fresco. [pode acompanhar tb pão ]

3- BATATAS COZIDAS COM PIMENTA E COENTRO

– 3 batatas doces; – 1 batata inglesa ; – 1 limão; – 1 pimenta dedo de moça; – 50g de tofu(dido); – Coentro (um punhado); – Sal; – Pimenta-do-reino; – Azeite

As batatas; Corte-as ao meio e lave-as (mantendo a casca). Ponhas as batatas em uma tigela para que cozinhem no vapor. Corte um limão ao meio e coloque-o virado para cima, sem deixar o interior encostar nas batatas. Acrescente uma pitada de sal para temperar. Tampe a tigela com plástico filme e leve ao micro-ondas por cerca de 12 minutos. Após o cozimento, retire a tigela do micro-ondas, descarte o limão e quebre as batatas cozidas com uma colher. Reserve. Fatie a pimenta e, sobre ela, jogue sal e pimenta-do-reino a gosto. Acrescente alguns fios de azeite. Corte o coentro grosseiramente e amasse o tofu por cima. Misture tudo com as mãos. Despeje as batatas por cima dessa mistura e pique tudo grosseiramente com uma faca.

4- SALADA DE PEPINO

– 1 pedaço pequeno de gengibre;– 1 limão; – 1/2 pimenta chilli vermelha; – 1 colher de café de óleo de gergelim; – 2 colheres de sopa de azeite extravirgem; – 1 colher de sopa de molho shoyo; -1 pepino; – 1 punhado de coentro

Descasque e rale o gengibre. Ponha em um recipiente e acrescente as raspas da casca do limão. Em seguida, parta o limão ao meio e o esprema bem, para obter o suco. Acrescente o óleo, o azeite e o molho shoyo. Misture tudo com uma colher. Com um auxílio de um descascador de legumes, descasque o pepino no sentido de seu comprimento – e de maneira que fique bem fino. Pare de descascar quando chegar ao centro do pepino, que é aguado. Faça um montinho com o pepino em cima do molho preparado anteriormente. Misture tudo.

5- SOPA DE TOMATES

4 tomates
1/2 pimentão verde
1 pepino pequeno
Azeite, manjericão e sal a gosto

Bata no liquidificador.
Coloque na geladeira por 2h e sirva.
Se os ingredientes estiverem gelados e a fome grande, pode consumi-lo logo após o preparo.

Alimentação. SÃO PAULO/SP, Brasil 02/03/2014. (Foto: Antonio Miotto)

Na Temperatura Certa

temperatura

A calçada ouvia seus passos. Ela sorria. Já nem tentava evitar, ela sorria. Não era boa, sempre tivera uma intuição. Toc-toc, o salto cantava, ela sorria e já findava a tarde. Sentia a brisa no corpo como a carícia de uma amante. Conteve-se pra não gargalhar. Girou o corpo, um misto de elegância e falta de jeito, despedindo-se da rua e entrou em casa. Bolsa na mesa, roupa no chão, cigarro, sofá. Manteve o sapato, claro, o salto fino lhe ajudava a lembrar. Pensou em vasculhar a geladeira, mas estava saciada. Não tinha fome a não ser de lembranças. Irônica, já forjava sua frase de efeito: quem disse que a vingança é um prato que se come frio não entende de culinária ou estava com tanta fome que comeu umas palavrinhas. Ela sabe, já provou: a vingança é um prato que se come de cabeça fria.

Foi em um restaurante que se conheceram, a fumaça do cigarro em espirais refaz a decoração simples e o cheiro bom de gordura e animação. Chegou afobada e com fome, mal reparou nas apresentações que a amiga fez, mergulhou o nariz no cardápio. O corpo todo pedia comida. Depois da animada interação com o garçom a respeito de carne de sol e suas formas de preparo, sentiu o olhar. Ele sabia olhar, ah, sabia, e a fome expandiu-se no corpo. Um vazio ansioso de saber-se vista por dentro. Devorada. O ditado não podia ser mais exato: juntou-se a fome com a vontade de comer.

As espirais de fumaça demancham-se, repara que o cigarro acabou. Decide que um vinho, um tinto, seria bom acompanhamento para o ruminar de memórias. Sôfrega, ela vê o vermelho escorrer da boca e decorar em arabescos o colo. Descarta o lenço assim como desfaz-se de todas as lembranças intermediárias. Uma casa construída na areia, hoje está para metáforas. Prefere correr para a recordação de hoje. Preparou com esmero. Aprendeu cedo que, na boa cozinha, planejamento e bons ingredientes são mais da metade do caminho. E fez assim: um quarto em rubro, boa música, velas, ela, ele. Manteve a temperatura: não brinque com fogo, não deixe talhar, acenda primeiro o forno, lembra os dizeres da mãe, enquanto sua e mexe, firme, a panela do desejo, sempre enorme a seus olhos de sempre menina. Primeiro temperou, deixou pegar gosto, depois manteve em banho maria por um bom tempo até que a química se fez e permitiu que os ingredientes se fizessem um, em alta temperatura.

Deixou que ele tudo provasse, que se regalasse, que se lambuzasse e exigisse, que se fartasse e só não abriu mão do salto. Barriga cheia? Então serviu, quente, o seu adeus. Gostou demais do olhar passando de satisfeito a interrogativo, daí a inquieto, depois ansioso, a seguir assustado e, por fim, desejoso. Gostou de ouvir todos os inúteis argumentos e acompanhar as ineficazes artimanhas. Gostou de menear a cabeça, sacudir os ombros, dizer não. Gostou de apreciar a hora exata em que ele tudo compreendeu e logo negou-se o entendimento e fixou-se numa ligação futura que não existirá. Gostou, gostou, gostou. Gostou especialmente de sair sem banhar-se, o cheiro no corpo, como alho e cebola quando se cozinha, os temperos todos presentes, sentindo o desespero dele como o último e morno pedaço aquecendo a língua. Gostou de ir embora de salto 15, do som do sapato na calçada, do novo balanço no corpo, mais leve, gostou da sensação de saciedade, gostou do prato inteiro, foi bom em preparo, execução e apresentação. Comida de butequim, ele lhe disse que ela era. Nunca, nunca defina um prato pela sua apresentação. Pois sim, quem disse que vingança é um prato que se come frio?

Depois do Sexo

E aí foi aquele sexo gostoso, consensual, planejado ou não. Quase sempre, sono. Vontade de ficar preguiçando, se enrosca, se solta, cheira, encosta…cochilo bom sentindo o quente do  outro. Mas. Tem dias que dá uma fome, né? O corpo todo querendo, só não sabe o quê: ficar, ir. Fome. Mais? Mais dele? Mais ele? Dá uma lambida no ombro, saboreia a memória e sabe: comida. O Vinícius, aquele sábio nas veredas do vuco-vuco emocional e físico, foi quem disse:


sexo
Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor… Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs — comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor? 

Então, biscates, a receita de hoje é sobre aqueles comes-e-comes que renovam energias, atiçam a língua para os sabores, provoca o nariz, desafiam o tato, enchem os olhos de desejo. Eu pensava que meu pecado fosse a Luxúria, (os sete pecados divertidos, digo, capitais: Avareza, Inveja, Luxúria, Gula, Ira, Preguiça, Vaidade). Mas a vida foi correndo, o corpo foi falando e eu descobrindo que meu pecado preferido é mesmo a Gula. A gula é desejar insaciavelmente sempre mais do que já se tem e precisa. Querer com sofreguidão. O desejo é uma fome. Uma falta. É voraz. Não à toa Djavan canta que te devoraria. Eu também. Em grandes mordidas, aliás.

Pois bem, sexo, fome, comidinhas para o depois. Coisas simples, que o corpo em preguiças de gozo não se distraia do sentir. Não pode pesar, preencher; E tem que ser fácil de comer, não pode precisar de muitos artefatos. Uma boa pedida, sempre, são os sanduíches, frios ou quentes. Não deixe de temperar. Um misto quente muda totalmente se vier com manjericão e azeite. Como se revela o sabor de um sanduba de queijo branco com pedaços de fruta seca, rúcula e salpicado de gergelim torrado. Ou uma mortadela com shoyu, cebola e mel….

Fugindo do pão? Vasculha a geladeira e acha escanteada aquela linguiça tipo aperitivo (aquela rechonchuda) e coloca numa forma forrada com papel alumínio, derrama azeite com gosto, coloca no forno quente e fica curtindo o que foi e o que pode ser…quando estiverem assadas (cuidado pra não ressecar), tira do forno e joga mel em cima. Fatia e espeta o palito. Não é brincadeira boa demais trocar mimos e colocar na boquinha (ops) do seu parceiro?

Claro, pode ser queijo. Se for coalho, é redentor. Corta em cubinhos. No liquidificador, ou processador, bate cheiro verde, azeite e sal. Depois, mistura com farofa de castanha. Passa o queijo na gororobinha (pode aproveitar e pensar pecaminosidades, tipo você e ele rolando na areia da praia) e frite no azeite. Deixe ficar douradinho, cuidado pra não derreter. Também é comidinha de palito.

Muito complicado? Refoga cebola junto com o que você tiver por aí: frango desfiado, resto de lombo picado, milho, cogumelos…o que for. Depois despeja ovos em cima, sal e pimenta do reino ou páprica picante, mexe, mexe. Se gostar de coisas mais cremosas na sua boca (mais ui aqui, atenção) coloca um pouco de creme de leite quando estiver desligando o fogo.

Está com muita preguiça? Mise-em-scene. Não faz nada mas arruma uma bandejinha com os mimos presentes na geladeira: queijo, presento, cogumelos, pedacinhos de fruta, o que for convidativo aos olhos. E à boca.

Ainda não está satisfeita? Vai comer negrinho!

PS; Amiga biscate, não importa aqui o sexo da pessoa-cozinhante. Não é obrigação sua alimentar marmanjo mas prazer nosso compartilhar e provar. Então, também rola se esticar e dizer: vai ali na geladeira e traz uma coisinha pra nós! – e esperar a iniciativa/criatividade do parceiro.

Coxinha e Pão de Queijo

Por Mari Biddle, nossa Biscate Convidada*

Na minha recente viagem ao Brasil, um primo reclamou para mim do outro primo-coxinha que, está o tempo todo implicando pelo fato dele usar brinco. Que a todo momento quando o vê pergunta – E aí, não vai tirar esse brinco? Você acha que vai poder usar brinco em corte? (primo vai se tornar advogado em poucos meses).

Eu tenho primo coxinha, você tem primo coxinha, todos tem ou irão ter um primo coxinha (ficou com fome de saber o que é? leia aqui). Mas o que eu queria dizer é que contei minha história de vida para o primo-do-brinco  na tentativa de deixar o bichinho melhorzinho. Fiz um resumão, claro, que sou uma biscate rodada e são necessários tempo e muitos copos de vinho para eu dar conta. Meu primo-do-brinco acha que a vida dele fica bem mais difícil com o outro primo chatérrimo pegando no pé. Eu concordo. Mas sabe o que é mais chato, muito mais chato do que isso? É pertencer à mesma família e ter entrado no mundo da biscatagem ainda mocinha.

Ser biscate no interior do Brasil, nos anos 80/90, é só para as fortes. Quem dera tivessem implicando somente com meus brincos. O negócio é que nasci com vagina e não dei moral para os decretos machistas que ouvia na época da juventude. –  Em mulher pega tudo, em homem não pega nada. – Se porte como menina direita! – Eu não dei ouvidos e fui pegando tudo. Ou todos. Não fugi ao clichê e peguei menino atrás da igreja, sim. Não entendia porque meninos podiam tudo e meninas não podiam nada. Mães dizendo para prender suas éguas que meus cavalos estão a solta. Ah, mães tão cheias de classe, né? Claro, eram mães só de meninos. E eu pensando que seria muito mais simples ensinar mocinhos e mocinhas a encapar antes de usar e só.

Era muito chato ser biscatinha no interior, mas eu não me ative ao falatório. Eu fui feliz. Passava as férias lá sendo ‘a moça da cidade, aquela filha do fulano que não vale nada’. Sei que os meninos que peguei, muitos devem ter ‘jogado meu nome na lama’, contado vantagem, falado ‘mal’ de mim. Se fiz a fama, deitei na cama. O primo não entende que difícil mesmo é ser biscate no interior.

Daí que agora eu moro no exterior e os faladores me colocaram noutra categoria. A biscate tem rótulos que não acabam mais. Como me casei, entrei na categoria ‘ex caçadora de gringo, louca por um green card, etc’ – Ser biscate nos EUA tem sido mais simples. Até ir ao SlutWalk eu fui. Fui ver o que as biscates daqui tinham. Fuço daqui e dali e percebo que estamos todas no mesmo barco. E vou levando. Tem biscates expatriadas que gostam de cozinhar. Eu sou uma delas. A gente sente saudades. Fuça lojas para descobrir temperos brasileiros, faz amizades com mulheres maravilhosas que nos ensinam como fazer determinadas receitas.

Trouxe pra biscatear com vocês uma receita que veio de outra expatriada. Se você é mineira, mora no Brasil e faz pão de queijo de olhos fechados, essa receita não serve para você. Só funciona se você mora fora e tem que se virar sem o queijo ralado que está a venda em qualquer esquina do Brasil.

Faça a receita, puxe a cadeira e me chame no Skype. As impressões de ser biscate no Brasil ou no exterior mudam, óbvio, de pessoa para pessoa e essa é a minha. Então, vamos à Receita Pinduca de Pão de Queijo. Primeiro, as medidas (não as minhs, que são ótimas e ainda causam impressão na praia):

5 copos de Polvilho Doce-Azedo, 2 copos de leite, 1 copo de óleo, 5 copos de queijo mussarela, 1 colher de sal e 3 a 4 ovos.

Aí, faz assim: coloque o polvilho em uma bacia – com jeitinho, com jeitinho. Misture leite, óleo e sal, biscate ama diversidade e misturas imprevistas, esquente um pouco as coisas: ferva tudo junto. Tá quente? Bem quente? Despeje a mistura em cima do polvilho doce pra escaldar a massa. Mexe, mexe, com uma colher de pau. Deixe esfriar (oh, yes, altos e baixos, vai e vem, o movimento é sexy). Após esfriar, misture o queijo mussarela ralado. O resto é fácil – mais fácil, eu deveria dizer – acrescenta os ovos, um a um, sovando a massa até que ela fique mole e grudando nas mãos – a massa, a massa. Deixa tudo na geladeira por uns 40 (quarenta) minutos – dê tempo ao tempo, uma biscate aprende – o período na geladeira vai ajudar a enrolar tudo depois. Aí, faz as bolinhas – não esqueça de untar as mãos com óleo. Uma dica: quanto mais mole você quiser a massa, mais ovos deve usar. Prontinho: deixe assar de 12 a 15 minutos e depois use a boca…pra comer, claro.

*Mari Biddle é cientista Social, com um xodó por Antropologia, Cinema e Literatura e louca por sushi. Mais? Feminista, atéia e atualmente monógama. Vive no aumentativo: lindona, mãezona e amigona. Tem um blog: Corpo Indisciplinado onde usa as vírgulas e o humor como quer.

É Pra Comer

Uma coisa que biscate costuma gostar? De viver um grande amor. Nem que seja, assim, por uma noite, uma semana, uma vida. O tempo que for, a biscate topa. Outra coisa? Ah, sexo. Um dos – vários – bons motivos, é que sexo é aquele momento gostoso em que os sentidos estão aguçados. Sexo dá prazer. E fome. Não à toa, Vinícius de Moraes, grande entendedor das duas coisas: biscatear e comer (mais beber do que comer, mas vamos nos ater ao tema), escreveu umas sugestões de comidinhas pra depois do amor: galinha com uma rica farofinha, ovos mexidos, camarões, sopinhas…

Claro, gostar de sexo, de amar, de comer, de tomar banho de chuva, de rodar, de noite de lua crescente, de rir alto, tudo isso são particularidades de uma biscate, não das biscates. Biscatear é ação, movimento, estilo. Não tem receita. Mas se não tem receita de mulher, nem receita de biscate, tem Receita Biscate. Uma Receita Biscate é aquela que é facinha, flexível, gostosa, fica bem em quase toda hora e lugar…né?

comerUma receita bem biscate é bruschetta (até o nome é sugestivo). Meu jeitinho: você pega um pão italiano (não tem? regime de economia? pega o pão carioquinha ou pão francês de ontem que fica delícia), fatia não muito fino e rega com azeite e esfrega uns dentes de alho (ou rala o alho e coloca em cima das fatias, ou passa um pouco de pasta de alho pré-pronta). Coloca no fogo um tiquinho. Reserva. Aí pinica cebola e coloca pra refogar, quando a cozinha estiver cheirosa, retire a cebola, misture com cubinhos de tomate (quanto mais maduros, melhor), folhinhas de manjericão e pedacinhos-inhos-inhos de queijo (qual queijo? mussarela, prato, coalho, ricota….). Espalha essa mistura nas fatias douradas e coloca no forno mais um tempinho até o queijo derreter. Fácil, né? Quer diversidade? Pode substituir o combo cebola/tomate/manjericão por vários outros “recheios” (aperte nos links e saboreie):

Provolone e Bacon (biscate gulosa)

Pera com Brie (biscate noite de gala)

Bruschetta de arroz (biscate inovação)

Bruschetta com Mortadela (biscate mercado)

Bruschetta de Berinjela Assada (biscate saudável)

Bruschetta com Champignons (biscate cogumelo)

Bruschetta de abobrinha (biscate saúde)

Bruschetta doce (biscate arrojada)

.

Nota: A categoria “receita biscate” será sempre postada aos domingos, mas não necessariamente apenas com comida. Porque a gente não quer só comida… A gente quer comida, diversão, arte, cheiros, texturas, balé e quer a vida como a vida quer. Né? 😉

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...