O novo: swing (De novo)

Ele chega, de mansinho, e levanta a borda da camisola, devagar, até descobrir as coxas, e a dobra da carne macia onde se aninha a calcinha.

Eu, deitada de bruços, finjo que dormo, e sorrio contra o travesseiro.

Depois, não consigo conter o suspiro, e gemo quando o peso do corpo dele, aquele corpo sólido, firme, denso, pesa sobre a cama quando ele se deita sobre meu corpo.

Ele é aquele, que eu acredita capaz de reconhecer no escuro.

A gente aposta: será que reconheceria mesmo?

…….

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A curiosidade pela casa de swing começou há tempos, junto com aquelas fantasias que a gente não conta para ninguém e ao mesmo tempo, já ouviu e já confessou seja no calor da cama seja na roda de amigas.

A ideia era boa, o difícil era achar o lugar. Cidade conservadora, pesquisas na internet dão noticias de duas, mas só uma tem o endereço.

Pesquisa dali, beija daqui, pipocam blogs e fotos sobre o assunto.

E começam as dúvidas, as inseguranças…

Será que é seguro?

E se alguém me reconhecer?

E se só tiver gente “feia”?

E se acharem a gente “feio”?

E se alguém quiser me beijar? E se eu quiser beijar alguém? E na casa de swing, se usa beijar ou é só o vuco-vuco?

Um dos blogs dizia que a casa que tinha o endereço divulgado era “baixo nível”, e que havia muita gente (leia-se: homens) que contratava prostitutas para entrar, o que tira a graça do lance.

A outra só informava os nomes dos “donos” e os telefones. Eu: liga! Ele: liga você!

E não ligamos… mas transamos loucamente pensando nas possibilidades.

Final de semana seguinte, tarde de sábado modorrenta, sessão de sexo ardente (clichê? Foda-se) no sofá. E a fantasia de novo.

Começo de noite daquele mesmo sábado, eu entro no site, pego o endereço, e decido: é hoje. Vai ser lá mesmo. Vamos debater as regras.

Combinamos de só olhar, ver qual é, não transar com ninguém.

Vestidinho solto, sem sutiã, salto alto.

Chegamos. Vergonha de entrar, parece que todo mundo sabe e está olhando. Ele pega minha mão, e me sinto confiante de novo. Danem-se.

Entramos. (eles revistam para ver se não temos câmeras, mas eu entro com o smartphone. O segurança avisa que se alguém achar que eu estou tirando fotos podem pedir para eu sair. Ok. Não é que eu vá fazer check in no Foursquare ou no Facebook!)

Eu peço uma bebida, para ficar soltinha, e começamos a olhar. Casa vazia, ainda. Música brega tocando. Cheiro de gordura saindo da cozinha. Brochante.

Damos uma volta, eu acendo um cigarro. Vamos ver o que tem lá fora?  Jardinzinho mal cuidado, algumas mesas, uma boate. Opa.  E um labirinto, como dissera o segurança. Vamos entrar?

Pérai, tem mais coisas para ver. Salas com nichos, onde havia um casal solitariamente se pegando, ela gemia alto mas me soou meio falso.

No quarto ao lado, um sofá enorme, e vazio. Sem portas, apenas cortinas.

Voltamos para o bar, e ficamos conversando, observando, namorando. E começam a chegar mais pessoas.

Pessoas mais velhas que a gente, na faixa dos 40, entre eles uma mulher bem gata, eu achei, com um cara razoável. Ele discorda, não gostou.

Começa o movimento na boate, músicas misturadas, nem sei, nem lembro. Mulheres jovens, homens mais velhos, homens jovens. Mulheres gordas. Homens baixinhos, magrinhos.

Não é a fantasia de uma festa com panicats saradas e bonitões bombados. Eu acho excitante, ao mesmo tempo que meio frustrante: não vi ninguém se pegando, poxa!

Saimos de novo, e eis que entramos no quarto com os “nichos”, onde o casal se pegava mais cedo. Agora está cheio. Eu me sinto segura ao lado dele. E pego pelo pescoço, puxo para o canto, e o beijo. Ele sobe meu vestido, afasta a calcinha, e quase gozei, de pé, só de pensar na situação.

Mas é meio desconfortável, e o lugar é acarpetado, meio que fede a mofo, e a gente começa a espirrar!

Sala do lado, a do sofá grande. Um casal. Ela de quatro, e o homem, de pé. Há outro casal, de pé, observando. Nem reparei. Ficamos na parede, encostados, eu meio sem graça de olhar fixamente. Viro de costas, beijo o queixo do meu parceiro, e o casal do sofá muda de posição. O homem se sentou, recostado, enquanto uma mulher loira o cavalga lentamente.

Entra mais gente. Eu me sento na beira do sofá, puxo meu namorado pelo cós da calça, e tiro para fora o pau duro. Os gemidos ao meu lado me excitam. A sensação de saber que há mais gente do lado me excita. Coloco o pau na boca, enquanto meu namorado me acaricia os cabelos, as costas, o pescoço…

De repente, uma outra mão. Um susto. Mas continuo. Depois, de novo, e de repente, o casal ao lado para, e uma pessoa sai da sala.

Era um homem, sozinho, na noite de casais. E parece que ele violou uma regra tácita, que eu não sei bem qual é. Mas pra mim, foi não consentido, não houve um olhar, uma permissão, nada. Cortou o clima. Não quis continuar, nem entrar no labirinto.

Não foi bem com eu esperava. Mas ao mesmo tempo, foi excitante. Descobri ser meio exibicionista.

E descobri que todo mundo faz sexo. Gordos, magros, novos, velhos, feios, bonitos. É uma constatação bem óbvia, mas que não parece, porque o que se chama de “sex simbol” geralmente vem em padronagens bem especificadas, onde não há espaço para diversidade, ou então, há um espaço bem fechadinho, nos sites de pornografia mainstream: gordas, obesas, coroas, ninfetas, negras, ruivas, loiras, velhas, asiaticas, e tudo ou quase tudo que se imagina. Como um nicho específico, quase como um compartimento.

O mais legal de ir nessa casa de swing específica foi ver quebrado esse lance, ver todo mundo “junto e misturado”.

Ainda quero voltar. Não sei se volto lá, tive noticias de homens que realmente contratam prostitutas, vão lá para “comer” as mulheres alheias e ainda contam vantagem. Achei ridículo. E me tolheu. Que droga, né?

Mas tem a outra. Ainda vamos ligar…

A primeira casa de swing a gente nunca esquece

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Eu já sabia que havia uma casa de swing na rua de casa. Na.Rua.De.Casa. Walking distance.

Estava casada há quatro anos, mas se nem filme pornô dava para assistir juntos, e transar se tornou o aprimoramento da repetição de 4 etapas apenas, na mesma ordem, com a mesma intensidade… (se já tivessem mostrado a ele o episódio de Friends com os 7 passos para a felicidade…), o que dirá sugerir a ida a uma casa de swing. Jamais, jamais…

Eis que veio a separação, por uma lista de motivos que mal justificam o casamento, ok, mas ela veio com tudo e abriu espaço, pelo menos no começo, para muita liberdade e para que tudo o que não havia acontecido acontecesse, de alguma forma.

Clichê dos clichês, o advogado que cuidaria do divórcio vai em casa para discutir alguns detalhes. E depois que você chora dez minutos no ombro dele, percebe que o perfume é ótimo e que sempre rolou um clima e… depois de quatro anos e pouco, uma transa decente. E uma conversa deliciosa. E “ah sim, vamos combinar algo”…

E uma semana depois, por telefone – há uma casa de swing aí próximo da sua casa, conhece? E eu – não, ainda… (ele) – Vamos? Na quinta? (eu) – E por que não?

Fantasia por fantasia, casa de swing para mim era uma coisa meio norte americana, e eu não conseguiria imaginar o que veria. O que vi. (E o que ainda não saiu das minhas alegres memórias).

Melhor lingerie, vestido sensual, casaco porque fazia um friozinho. Salto alto. Perfume. O advogado chegou a sugerir de deixarmos para lá, mas não… fomos caminhando, copos de plástico com whisky na mão, rindo alto até chegar na portaria. O porteiro, todo simpático, pergunta se queremos uma introdução à casa, que eu descubro ter 4 pavimentos… Apresenta uma antessala em que você, com a chavinha recebida na recepção, deixa sua roupa no armário e fica de roupão. Camisinha grátis. O advogado ficou com 7, eu nem quis porque, afinal, tinha ido só para apreciar. Importante lembrar que a casa tinha todo um calendário – um dia certo para casais e homens sozinhos, outros para casais e mulheres sozinhas, outro somente casais, e outros eventos especiais, tematizados. Outra coisa curiosíssima – os casais pagavam um preço muito pequeno enquanto os sozinhos pagavam quatro vezes esse valor… compreensível, para manter a oferta equilibrada…

No térreo, ficava o bar, com a melhor batata frita da região, segundo relatos coletados no local. Um palco para live performances de sexo explícito a noite toda. Música para fazer um fundinho, e uma turma conversando muito numa boa, uma parte já em seus roupões, e outra ainda em suas roupas. Ah sim, um pouco mais para o fundo, a entrada para uma área com sauna e duchas. .

No subsolo, um labirinto interessantíssimo. Luz negra e paredes com buracos estrategicamente localizados. Um código de conduta facílimo de entender e a possibilidade de amassos desconhecidos e intensos, sem maiores contatos (ou não … ). Devo dizer que é extremamente excitante para uma primeira abordagem… aparência, dimensões e outros critérios pré-estabelecidos desaparecem. Puro prazer e muita, muita fantasia. Mãos, outras mãos, diversas mãos, uma ou outra língua inesperada…

No segundo piso, algo parecido com um “esquenta”. Sofás largos para um pouco de carinhos e chamegos, banheiros (limpos a cada 10, 15 minutos, impecáveis devo relatar) e alguns boxes acolchoados, alguns com poltronas, outros apenas escuros, e uma cortinazinha convidativa para os olhares curiosos. Lembre-se, para privacidade mesmo, só pagando a parte alguns dos poucos quartinhos do local. Mas não é, definitivamente, o caso.

No terceiro piso, uma sala onde rolava a maior suruba que eu já testemunhei. (A única, até o momento). Duas camas que deveriam ter, tranquilamente, 3×3 m. E em cada uma, uns seis casais se pegando. E uma moçada em volta olhando, se inspirando, se divertindo, se masturbando. Era isso que eu buscava. O olhar sem culpa de algo que estava ali, totalmente despido de preconceito (ou não, ainda não tenho certeza), e pura luxúria e desejo no ar. Os casais se alternavam, e o clima era por demais envolvente para quem queria apenas olhar.

Eu me segurei muito, mesmo. Até que de repente cruzei olhares com o negro de sorriso mais lindo desse universo, e cujo pinto era de ator pornô. Sério. Não precisei falar absolutamente nada, e em minutos já era eu no meio daquela cama. Com ele por cima, depois com ele e outro cara. (E sim, eu ainda permanecia com a minha roupa, do jeito que entrei, alguma pequena alteração momentânea…) Pouco depois já havia um terceiro, todo cuidadoso, que me tirou do meio da galera para uma outra cama ali mesmo, menos tumultuada. Fez, em quinze minutos, o que o ex não fez em uma vida.

Um dos caras da cama volta e nisso, o advogado que foi comigo ressurge de algum lugar, e vamos em quatro para um daqueles acolchoados. Transar com outra mulher não me seduziu tanto quanto poder finalmente ter dois caras na minha mao, na minha boca. Foi sensacional.

Parei um pouco; se eu fumasse, teria sido para fumar. Mas não. Foi para pegar uma água e olhar, lá no térreo, o show erótico… não houve nada mais redentor do que essa noite. Uma lista de fantasias realizadas e um contato com um lado meu que não havia. O desejo e a curiosidade deram espaço para o olhar para o outro que ali estava, e confesso, não foi nada convencional. Ou melhor, foi convencional demais. Os casais são na verdade homens e mulheres como eu e o advogado, que se organizam para ir realizar as fantasias. Quando são, de fato, casais, você vê que ou falta muita na intimidade deles, ou já se chegou a um ponto de tamanha cumplicidade que essa troca de parceiros não incomoda.

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Não vi ali ninguém do tipo ‘moderno’. Vi muita gente que está um pouco fora dos padrões de beleza, muita mulher inspirando Botero, acima do peso como eu. Muitos caras para quem você sequer olharia na rua. Baixinhos, esquisitos, nerds. Gente de verdade, disposta a te acompanhar em descobertas interessantes.

Não vi, nem ouvi, e muito menos senti, qualquer tipo de agressão ou insinuação. Terminei a água, pensando em ir para casa, mas aí o sorriso bem dotado da noite ressurgiu e fez com que não sobrasse nenhuma lembrança do que eu tinha sido até a hora de entrar ali.

Leia também: Tudo que você sempre quis saber sobre casas de swing…e nunca teve coragem de perguntar!

Tudo o que você sempre quis saber sobre casas de swing…

…e nunca teve coragem de perguntar!

#WoodyAllenfeelings

Você já teve vontade de ir a uma casa de swing? Se já teve vontade, mas não teve coragem, eu te esclareço como é. Como é que eu sei como é uma casa de swing? Indo a elas, claro. No plural, porque elas são bem diferentes.

Pra começo de conversa, tudo parece uma boate mesmo. Tem música, a depender do tipo de público que frequenta e isso também depende do dia da semana, barra, bebidas, pista de dança e óbvio um pole dance, ou mais de um. Como toda boate é meio escuro lá dentro (ufa).

Mas não é só ir chegando e pagando o ingresso. Aliás, o ingresso já é um caso à parte: costuma ser, em geral, bem caro para homens solteiros – aliás caríssimo; caro para casais e barato ou liberado para solteiras, isso geralemente dependendo do dia da semana. Se for uma casa de swing, digamos, séria, frequentada por casais swingers mesmo (um swing moleque, de raiz), há uma triagem feita pelos donos da casa. O casal deve comprovar o casamento, relação estável ou união estável e passar por uma espécie de entrevista.

E para que essa burocracia? Simples, os swingers, as pessoas que se excitam ao ver o parceiro com outra pessoa e gostam de fazer isso junto e de forma segura querem também conhecer outras pessoas legais e fazer isso de forma frequente. Nas boas cassas do ramo (ui! esse é um texto cheio de boas interjeições!) os grupos, depois de um tempo, se formam  estavelmente e passam – inclusive – a fazer festinhas privê fora dali. Porém, como há uma demanda alta dos homens de ir a casas de swing e eles nem sempre encontram parceiras disponíveis, contratar prostitutas para poder pagar mais barato ou até para poder entrar (em algumas casas, ou em alguns dias, em geral os melhores, homens solteiros são vetados) torna-se uma opção.

E qual o problema de ser uma prostitua, MM? Vocês não são liberais? Sim, somos. O problema da prostituta é que ela não está ali, digamos, com o mesmo fogo e desejo do que alguém que foi sem maiores objetivos financeiros. Ela não tem, necessariamente, essa fantasia e essa disponibilidade. Isso corta o tesão de alguns. Outras pessoas tem preocupações com doenças mesmos. Não vou aprofundar a polêmica. O corrente é: as boas casas de swing tentam sempre vetar a entrada de profissionais do sexo – tanto masculino quanto feminino. Obviamente às vezes o controle falha, mas não por muito tempo. O frequentador assíduo nota logo e em geral o casal montado é convidado a se retirar.

 As casas que já fui tem os seguintes ambientes: – bar- boate- mesinhas- palco- pole dance no palco, darkroom (com ou sem labirinto), salas espalhadas e quartos, pequenos ou grandes, com paredes de vidro ou fechadas – para agradar exibicionistas e voyeurs. Darkroom é literalmente isso um quarto escuro – no caso, bem, bem, bem escuro, mal se enxerga dentro, só se sente as mãos (ai!). Labirinto é um labirinto mesmo – vários cantos com cadeiras, puffes, recamiers, etc., em geral também bem escuro. Óbvio que tá uma suruba lá dentro e ninguém é de ninguém.

 Mas as pessoas das casas de swing são bem mais educadas que as de uma boate, embora esteja todo mundo ali pra isso mesmo, todo mundo é adulto e sabe que ninguém é obrigado a nada.  Você pode ter ido só pra olhar, só pra se exibir,  pode não ter sentido tesão pela pessoa que te canta… e aí que está a diferença de uma balada normal. O approach, digamos, é bem mais direto, mas também o fora é levado com bem mais elegância. O não é respeitado como não, ponto e dificilmente quem foi declinado é insistente. Outra coisa, todo mundo, homens e mulheres, indistintamente, todo mundo anda com camisinha no bolso, e os homens colocam tranquilamente, nem precisa rolar aquele momento em que a gente pergunta – e aí, e a camisinha? Todo mundo usa mesmo.

Também é muito comum que uma grande parte das mulheres do local sejam bi, já os homens…pouquinhos, nem lembro se vi. Se eram bi, não mostravam foram do quarto. Em geral tem festas temáticas – noite da minissaia, noite da máscara, medieval e óbvio, carnaval, ano novo e tal. As bebidas são caras. As camareiras que limpam os quartos depois de cada uso são bem discretas e você mal as vê, os garçons em geral  costumam puxar uns papos, inclusive já bati papo com um que era evangélico (sou dessas, rs).

A primeira vez pode rolar um pânico de – e se eu encontrar alguém conhecido? – bem, como a pessoa ali vai estar fazendo o mesmo que você, desencana e vai. Mas jamais, nunca comente fora dali que viu fulano ou sicrana. A gente sabe como é essa nossa sociedade: todo mundo pode transar, mas o mundo não pode saber que ninguém transa. Um certo sigilo, por princípio, é bem vindo.

 Mas e as pessoas do lugar são bonitas? Bem, sei lá… o que é beleza para você, tem gente normal. Bonito, feio, alto , baixo, gordo, magro, careca, cabeludo, etc. Ou seja, gente de tudo que é jeito. Escolha o que te agrada e lembre-se é permitido declinar o convite para a transa. Aliás, sempre se convida, nunca chega pegando, a não ser no labirinto ou darkroom, e mesmo assim a pessoa pode tirar a sua mão, ok? E engraçado que, na minha experiência, na maioria das vezes, o contato foi feito pela mulher do casal. De todos os casais que ficamos amigos e conversei mais, as mulheres é que tinham a fantasia de conhecer a casa de swing! O que era também o meu caso.

Inclusive é fácil notar quando alguém – geralmente a mulher – foi para cumprir a fantasia do outro e não a sua, em geral rolam ciúmes e emburramentos e costuma resultar em briga. Vi isso muitas vezes. Não estou aqui botando regra, estou aqui contando o que observo. Aliás, como em qualquer outra fantasia ou fetiche, se o desejo não é seu, mas só do outro e você está ali só pra tentar fazer a relação funcionar, para que a pessoa não te abandone, não há entrega, o sexo não fica tão gostoso. Sexo bom, acho eu, é feito com desejo, intensidade e vontade. E o desejo é seu, não do ouro. A fantasia do parceiro pode até se tornara a sua também, mas aí ela também é sua e não somente dele.

 Resumindo: casas de swings são boates onde rola um surubão, em geral são caras e vai gente comum. Tá a  fim? Descubra se tem na sua cidade e se informe sobre as regras da casa e…bon appétit!

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